Mostrando postagens com marcador Dragonlance. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dragonlance. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de janeiro de 2009

O Templo da Pestilência (Parte I)


Bem vindo a cidade de Winterholm, a Morada do Inverno.

Conhecida por ser um importante entreposto comercial entre as regiões de Tarracosta e Palanthas, Winterholm é uma cidade de médio para grande porte, e altamente voltada para o comércio.
Sua localização também faz dela uma ponte entre as terras dos Cavaleiros de Neraka, dominantes de Palanthas e os mercadores de Tarracosta, única área costeira do norte de Solamnia.

Entretanto, o regente de Winterholm, conhecido como Rei Bastian III, adoeceu sem motivo aparente, e de uma doença desconhecida até para os mais profundos estudiosos da região.
A resposta aparentemente está em uma antiga maldição que teria sido rogada em sua família. Um clérigo de Morgion, o Deus das Pestes, teria amado a esposa de Bastian I, e desse ciúme, teria surgido a maldição que iria acabar com toda a geração de Bastian.
Para impedir essa catastrofe, o clérigo Jurkill, foi aprisionado em uma tumba, onde teve sua garganta cortada e sua alma aprisionada em um medalhão para que não pudese ser ressucitado.
Mas mesmo assim, o Rei Bastian III adoeceu.

E os Cavaleiros de Neraka vêem nesse momento a hora perfeita para tomarem de vez a única cidade entre Palanthas e Tarracosta, o principal entreposto entre a costa e as montanhas do norte de Solamnia...

O mal prepara para se fortalecer mais ainda...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Diário de Viagem Ladino pt. I

Encontramos uma passagem secreta nos fundos da tumba do tal Clérigo Jurkill.

Havia um corpo lá, além do próprio clérigo é claro. Era um ladino da minha guilda, mas não conhecia o indivíduo. Morreu feio, buraco nas costelas.

Mas enfim, na passagem secreta, achamos 2 caminhos.

Meu primo Falken semi-morto em um dos caminhos. Salvamos ele, e recuperei minha adaga mágica.

O safado tá sem memória. Tenho minhas dúvidas se é verdade.

Voltamos pro outro caminho, uma entrada pra algo que parece ser um templo de Morgion.

É, é um templo de Morgion. E descobrimos da pior maneira possível. Odeio vermes, mas fazer o quê? O dinheiro vale certos sacrifícios.

Paramos pra descansar por causa dos feridos. Esse povo que se acha herói.

Pelo menos são simpáticos. Até o minotauro que eu achei que teria problemas é um bom homem. Ou um bom boi, que seja.

Só espero sair viva dessa.


Elisa Lua Nova